quinta-feira, 26 de maio de 2011



Poesia morta
  
presa a poesia
- na palavra -
some a palavra
no nó da garganta
no aperto do peito
sem sangria
morre engasgada



2 comentários:

Júlio Machado disse...

A poesia nunca morre; ela é feito fênix,ela é feito eu e você, por que não, renasce das cinzas.
Abraços poéticos

só mais um olhar sobre o universo ... disse...

Deixa sangrar o verso... sem medo
bjos